Domingo, 28 de Setembro de 2008

«Forum Educação» - UM SUCESSO!!!!

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Este fim de semana realizou-se em Vila do Conde o «Fórum Educação», organizado pelo «Grupo da Mulheres do PSD de Vila do Conde», liderado por Maria do Sameiro Mesquita.
Os trezentos lugares do auditório do Círculo Católico de Operários encheram-se com professores e muito público que quiseram escutar de responsáveis da área o estado da Educação no nosso país.

A sessão de trabalhos começou com a intervenção de Marco António Costa, presidente da Distrital do Porto do PSD. O líder dos laranjas no Distrito criticou fortemente a acção do Governo e disse estar ao lado dos professores numa luta que considera justa, uma vez que está em causa a vivência de uma das mais nobres e esforçadas profissões. E prometeu lutar contra o Governo em tudo o que entenda ser um ataque à classe dos professores.

Seguiu-se Pedro Brás Marques, líder do PSD de Vila do Conde e Vereador na Câmara Municipal, que apresentou a Carta Educativa concelhia. «Trata-se de um documento que retrata a realidade educativa do concelho e onde se pode ver um parque escolar desequilibrado no que diz respeito às EB 1 e altamente carenciado no que se refere às EB 2,3». O autarca realçou, ainda, a grave descoordenação existentes nos transportes de alunos, que provocam esperas enormes, sem que os alunos tenham algo a fazer. Pedro Brás Marques aplaudiu a iniciativa dos computadores Magalhães, mas alertou para o facto de «um computador ser apenas uma ferramenta e não panaceia para o insucesso escolar».

Lucinda Dâmaso, vice-presidente do Sindicato dos Professores do Norte, abordou a questão da avaliação do desempenho dos professores. «Estamos atentos e iremos propor uma novo modelo de avaliação». Na sua opinião, «este Ministério da Educação tudo fez para atacar e não ajudar o nosso trabalho» e lamentou que «o Governo tente preparar a opinião pública contra os professores».



José Eduardo Lemos, Presidente do Conselho Directivo da Escola Eça de Queiroz, na Póvoa de Varzim, que já tem um princípio de projecto do que será a autonomia escolar, anunciou que com esta autonomia, «o poder de tomar decisões passou a exercer-se no quadro das funções, competências e recursos» do estabelecimento, mas «pode levar à perda de identidade das escolas». Com efeito, o «Projecto Educativo desapareceu da norma e do discurso, as Escolas perderam identidade e recentrou-se e uniformizou-se a gestão». Para este vilacondense que dirige uma das mais destacadas escolas Secundárias do Distrito do Porto, «o poder de tomar decisões passou a exercer-se no quadro das funções, competências e recursos atribuídos à escola e a autonomia passou a ter geometria permanente, definida no Contrato “negociado” com a Administração». Em suma, na sua opinião, «a autonomia passou a ser justificada e regulada pelo Contrato de Autonomia».
Finalmente, João Dias da Silva, da Federação Nacional dos Sindicatos de Educação e Presidente da UGT, abordou vários temas de Educação. «Tem-se mexido mal e experimentado ainda pior», começou por dizer. «Há muitos políticos que mexem na Educação apenas e só para o seu nome ficar associado a uma qualquer reforma», acusou, «e nem se preocupam em saber porque é que os jovens portugueses têm piore resultados do que os seus congéneres europeus». Na sua opinião, «o que o Ministério quer é resolver estatísticas, mas eu dou-lhes uma: um terço dos alunos que entra no secundário ou reprova ou abandona! O que é que se tem feito para solucionar isso?». E terminou relembrando que «a escola não deve ser a única responsável, mas sim todos: os pais, as famílias e a comunidade».
Na segunda parte da ordem de trabalhos seguiu-se um momento de debate, com respostas a questões postas pela audiência.

No final, Maria do Sameiro Mesquita estava extremamente satisfeita com este primeiro fórum: «superou todas a minhas expectativas! Até tinha pensado que o espaço era demasiado grande, mas afinal ficou cheio, o que só por si mostra o sucesso desta iniciativa social-democrata». E a líder das mulheres do PSD de Vila do Conde ainda deixou uma «bicada» aos políticos: «isto é a prova de que a mulheres não precisam de quotas para estar na política. Quando querem, organizam e bem, eventos de sucesso!».






Sábado, 20 de Setembro de 2008

Fórum Educação

No próximo dia 27 de Setembro, pelas 15.00 horas, no Auditório do Círculo Católico de Operários, realizar-se-á um debate sobre o tema «Educação».
Trata-se de uma organização do «Grupo de Mulheres do PSD de Vila do Conde e conta como oradores Pedro Brás Marques, Presidente da Concelhia do PSD local, João Dias da Silva, Secretário Geral da FNE e Presidente da UGT, Lucinda Dâmaso, vice-Presidente do Sindicato dos Professores da Zona Norte, José Eduardo Lemos, Presidente do Concelho Executivo da ES Eça de Queirós, da Póvoa de Varzim e Marco António Costa, presidente da Distrital do Porto do PSD.
As intervenções serão intercaladas com momentos de poesia, seguindo-se, na segunda parte, um espaço para debate. No intervalo será servido um lanche.

Em Matosinhos

Sameiro Mesquita e Helena Monteiro, do «Grupo de Mulheres do PSD de Vila do Conde», deslocaram-se hoje a Matosinhos, no âmbito de uma iniciativa do seu congénere de Matosinhos.
No problemático «Bairro da Biquinha», as social-democratas matosinhenses realizaram uma conferência subordinada ao tema «Pobreza».
Os principais oradores foram Artur Osório e Agostinho Branquinho.

Mulheres do PSD de Vila do Conde

O «Grupo de Mulheres do PSD de Vila do Conde» é constituído por dezenas de mulheres social-democratas de Vila do Conde. Foi criado em 2008 e tem como presidente Maria do Sameiro Mesquita Neves, que é, também, vice-presidente da Comissão Política da Secção de Vila do Conde.
O grupo tem-se desdobrado em iniciativas de âmbito variado, sociais e políticas.
Este espaço servirá, essencialmente, para o anúncio e divulgação das acções do «Grupo de Mulheres do PSD de Vila do Conde»